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Notas Biográficas dos Autores


Ana Carina Oliveira é arquiteta e ilustradora freelancer. Fez o Mestrado Integrado em Arquitectura na Universidade do Minho. Tem vindo a desenvolver atividade em diferentes domínios artísticos e performativos tais como a ilustração, a pintura e o teatro. Colabora em diversos projetos associativos relacionando artes e direitos humanos.


Anthony Seeger é Professor Emérito de Etnomusicologia, aposentado, da Universidade da California Los Angeles (2000-2012). A sua ação tem sido socialmente empenhada em Antropologia, Etnomusicologia e Arquivo de Materiais Audiovisuais, focando temas como direitos humanos e de propriedade para índios brasileiros, propriedade intelectual, património cultural intangível e teoria e método da Etnomusicologia. Licenciado pela Universidade de Harvard, fez o doutoramento em Antropologia na Universidade de Chicago. Neto do influente compositor e musicólogo Charles Seeger e sobrinho dos cantores folk Pete, Peggy e Mike Seeger, Anthony Seeger cresceu tocando banjo de cinco cordas e cantando canções de protesto. Hoje ensina e escreve sobre o tópico. Foi investigador e professor no Departamento de Antropologia no Museu Nacional no Rio de Janeiro (1975-1982) e na Universidade de Indiana (1982-1988). Foi Diretor da Smithsonian Folkways Recordings na Smithsonian Institution (1988-2000).


Gianira Ferrara, natural de Palermo (Itália), a viver entre Lisboa e Maputo, por razões académicas e de trabalho de campo, é mestre em Etnomusicologia pela FCSH/NOVA (2015) com uma tese dedicada ao estudo das relações entre música, memória e processos migratórios, focando as práticas expressivas entre os “migrantes da descolonização” angolana. É doutoranda em Etnomusicologia no Departamento de Ciências Musicais da FCSH/NOVA com uma tese dedicada ao estudo das práticas expressivas da timbila no Sul de Moçambique. É bolseira do Curso de Doutoramento “Música como Cultura e Cognição”, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia e integra a equipa internacional de investigação do projeto Timbila, Makwayela e Marrabenta: um século de representação musical de Moçambique. Concurso de Projetos de I&D (FCT). PTDC/CPC-MMU/6626/2014.


Giordano Calvi, natural de Bergamo (Itália) a viver entre Lisboa e Oslo por razões académicas e de trabalho de campo, é mestre em Musicologia pelo Departamento de Musicologia e Património Cultural de Cremona (2015) com uma tese dedicada ao estudo de música e política. É doutorando em Etnomusicologia no Departamento de Ciências Musicais da FCSH/NOVA com uma tese dedicada ao estudo das emoções extremas no black metal em Portugal. É bolseiro no Curso de Doutoramento “Música como Cultura e Cognição”, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. Toca trompete em diferentes bandas filarmónicas e na banda de música klezmer, Volks Populi.


Hugo Castro, natural de Guimarães, a viver entre Guimarães, Lisboa, Madrid e Galiza por razões académicas e de trabalho de campo, é mestre em Etnomusicologia pela FCSH/NOVA (2012) com uma tese dedicada ao estudo da produção fonográfica da canção de protesto em Portugal. É doutorando em Etnomusicologia no departamento de Ciências Musicais da FCSH/NOVA com uma tese dedicada ao estudo das relações entre música e política no contexto da Revolução dos Cravos em Portugal (1974-76). É bolseiro no Curso de Doutoramento “Música como Cultura e Cognição”, financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. É colecionador de discos de protesto, tendo co-organizado recentemente com Alcina Cortez e Maria de São José Côrte-Real a exposição Discos na Luta no âmbito da Conferência Internacional Canção de Protesto e Mudança Social – ICPSong’16, da iniciativa do Observatório da Canção de Protesto na FCSH/NOVA.


João Ricardo Pinto, natural de Lisboa, onde vive, é mestre em Etnomusicologia pela FCSH/NOVA (2012) com uma tese dedicada ao estudo da performação musical e identidade bairrista nas Marchas Populares de Lisboa. É doutorando em Etnomusicologia no departamento de Ciências Musicais da FCSH/NOVA com uma tese dedicada ao estudo da produção musical nos primórdios da televisão em Portugal. É docente de guitarra clássica na Fundação Salesianos e de Música na Escola Superior de Educação de Lisboa.


Layla Dari, natural de Nápoles, vivendo entre Florença e Lisboa por razões académicas e de trabalho de campo, é mestre em Produção Musical e Artística pela Universidade de Florença (2012) e trabalhou como assistente de produção em diferentes festivais de música. É candidata a Doutoramento em História das Artes Performativas, ao abrigo do Programa Europeu Pegaso numa parceria entre o Departamento de História das Artes Performativas na Universidade de Florença e o Departamento de Ciências Musicais / Instituto de Etnomusicologia na FCSH/NOVA, com uma tese dedicada ao estudo de orquestras multiétnicas em Itália e em Portugal. É bolseira do Programa Europeu Pegaso através da região Toscana.


Maria de São José Côrte-Real, natural de Londres, a viver em Lisboa, é doutorada em Etnomusicologia pela Columbia University em Nova Iorque (2000) com uma tese dedicada ao estudo da relação entre política cultural e expressão musical em Portugal na mudança da ditadura para a democracia (1960-1986). É professora auxiliar no departamento de Ciências Musicais da FCSH/NOVA, Universidade Nova de Lisboa, onde lecciona teoria e método da Etnomusicologia desde 2006. Antes lecionou na Universidade de Évora (2004-05), Universidade de Coimbra (2001-02) e Columbia University em Nova Iorque (1989-93). Estuda e publica em particular nos campos de relacionamento de música e política cultural, mobilidade e cognição, e educação intercultural. É coordenadora do ramo de Etnomusicologia do doutoramento financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) neste departamento. É co-autora e investigadora do projeto Timbila, Makwayela e Marrabenta: um século de representação musical de Moçambique. Concurso de Projetos de I&D (FCT). PTDC/CPC-MMU/6626/2014, e integra a comissão executiva do Observatório da Canção de Protesto desde a sua fundação. É Coordenadora de Mobilidade Internacional do Departamento de Ciências Musicais da FCSH/NOVA desde 2015/2016.


Maria Espírito Santo, natural de Lisboa, é mestre em Etnomusicologia pela FCSH/NOVA (2016) com uma tese dedicada ao estudo das relações entre música e identidade num coletivo de bandas que tocam música balcânica em Lisboa. É doutoranda em Etnomusicologia no Departamento de Ciências Musicais da FCSH/NOVA com uma tese dedicada ao estudo do fado e as revoluções políticas no século XX em Portugal. É bolseira no Curso de Doutoramento "Música como Cultura e Cognição", financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia. Maria toca saxofone e canta fado.


Pedro Mendes, natural de Lisboa, vivendo entre Lisboa e Maputo por razões académicas e de trabalho de campo, é mestre em Etnomusicologia pela FCSH/NOVA (2016) com uma tese dedicada ao estudo da implementação dos programas de ensino do jazz em Portugal. É doutorando em Etnomusicologia no Departamento de Ciências Musicais da FCSH/NOVA e bolseiro no âmbito do programa "Música como Cultura e Cognição" financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia, com uma tese dedicada ao estudo da articulação entre práticas musicais e a organização social e geográfica da cidade de Lourenço Marques nos últimos anos do período colonial. Integra a equipa internacional de investigação do projeto Timbila, Makwayela e Marrabenta: um século de representação musical de Moçambique. Concurso de Projetos de I&D (FCT). PTDC/CPC-MMU/6626/2014.


Ricardo Andrade, natural de Gouveia, a viver em Almada, é mestre em Etnomusicologia pela FCSH/NOVA (2012) com uma tese dedicada ao estudo do rock progressivo/sinfónico em Portugal na década de 1970. É doutorando em Etnomusicologia no Departamento de Ciências Musicais da FCSH/NOVA, com uma tese dedicada ao estudo do fenómeno do “boom do rock português” de inícios da década de 1980. É bolseiro da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Integra a direção da Associação Fernando Lopes-Graça.


Sofia Vieira Lopes, natural de Tomar, a viver em Lisboa por razões académicas e de trabalho de campo, é mestre em Etnomusicologia pela FCSH/NOVA (2012) com uma tese dedicada ao estudo do papel da música no programa televisivo Zip-Zip (RTP, 1969). É doutoranda em Etnomusicologia no departamento de Ciências Musicais da FCSH/NOVA com uma tese dedicada ao estudo do Festival RTP da Canção (RTP, 1964-2014). É bolseira da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Estudou clarinete na Sociedade Filarmónica Gualdim Pais em Tomar.

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